Como Ter Uma Boa Saúde

Conheça as fases da sífilis e os sintomas PrimáriaFerida, geralmente única, no local de entrada da bactéria em qualquer região do aparelho genital, colo uterino, ânus, boca ou mesmo pele, que surge entre 10 e ninety dias após o contágio. A ferida não dói nem arde, muito menos coça ou apresenta pus, desaparecendo de forma espontânea. SecundáriaOcorre entre seis semanas e seis meses após a cicatrização da ferida, com manchas pelo corpo, inclusive nas palmas das mãos e nas plantas dos pés, que não coçam, além de febre, mal-estar, dor de cabeça e aumento dos linfonodos.

Em caso de positivo, é preciso verifyá-lo com um exame diferente, que leva mais tempo para ficar pronto. Com o diagnóstico estabelecido, o tratamento é feito por meio de injeções de penicilina benzatina, conforme a fase da doença, sendo estendido ao parceiro sexual da pessoa infectada. Há ainda necessidade de acompanhamento laboratorial até que os testes fiquem negativos. Já o diagnóstico na gestante ocorre no pré-natal, com a pesquisa de sífilis nos três trimestres gestacionais para confirmar uma possível contaminação. Se o resultado de algum dos exames for positivo, a gestante e o parceiro sexual são imediatamente tratados para evitar uma nova infecção e não comprometer a saúde do feto.

Como Manter Uma Alimentação Saudável Na Gravidez

Caso a gestante esteja infectada por algum motivo e não faça o tratamento adequado, o bebê, ao nascer, deve passar por uma bateria de exames e, com o diagnóstico confirmado, fica internado por dez dias para receber antibiótico. O ideal é planejar a gravidez e realizar o exame para sífilis antes de qualquer tentativa de engravidar, só estando seguro diante de um resultado negativo ou, no caso de haver infecção, apenas após tratamento e confirmação da cura. Como esse cuidado nem sempre acontece, seguir o pré-natal à risca é a melhor opção para a prevenção da sífilis congênita. Para evitar a sífilis através do ato sexual, a regra é usar preservativo masculino ou feminino em qualquer relação sexual, além de visitar um médico periodicamente para um verify-up.

De acordo com o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Infectologia, a recomendação de buscar um serviço médico de emergência se aplica apenas aos pacientes com febre alta e falta de ar. Também chamada de dispneia, a falta de ar corresponde a um desconforto respiratório ao fazer atividades corriqueiras, como tomar banho, arrumar a cama e cozinhar – ou seja, em ações que, em circunstâncias normais, não dificultariam a respiração. Pessoas com sintomas respiratórios, ainda que leves, e com doenças crônicas, como diabetes, afecções cardiovasculares e câncer, além de idosos, também devem receber atenção médica imediata, pelo maior risco de evolução grave do quadro.

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Essas manifestações podem regredir sem tratamento, embora a doença proceed ativa no organismo. TerciáriaExiste a possibilidade de se manifestar num longo intervalo de tempo após o início da infecção, entre 2 e 40 anos depois da fase primária, com manifestações graves no coração, no sistema nervoso central, na pele e nos ossos. LatenteNão apresenta saude sintomas, muito embora a bactéria permaneça no organismo, e se divide em sífilis latente recente, quando ocorre há menos de dois anos da infecção, e sífilis latente tardia, quando ocorre há mais de dois anos. Pode ser interrompida pelo surgimento de sinais e sintomas da forma secundária ou terciária. Diante de sintomas respiratórios, quando procurar um hospital?

Por onde começar a se exercitar

As gerações atuais não conheceram a epidemia de aids, não viram as consequências decorrentes de complicações da doença e já nasceram com a falsa segurança do coquetel de medicamentos antirretrovirais para controlar a multiplicação do vírus HIV. Assim, o uso de preservativo nas relações sexuais tem sido ignorado, o que abre espaço para a sífilis e outras doenças sexualmente transmitidas. O grupo mais afetado, segundo o Ministério da Saúde, é justamente o das mulheres jovens, na faixa dos 20 a 29 anos, no auge da fertilidade, o que ajuda a explicar o crescimento da infecção em gestantes e bebês. Outro fator que contribuiu para esse cenário foi a falta de antibióticos para combater a sífilis, como a injeção de penicilina benzatina, entre 2016 e 2017, nos hospitais e serviços de saúde. A OMS reconheceu esse problema, que também atingiu outros 20 países, incluindo os Estados Unidos, o que favoreceu o crescimento do número global de casos.

Preste Atenção No Seu Corpo

Hoje, 12 milhões de pessoas ao redor do globo estão infectados, de acordo com a Organização Mundial de Saúde . Parece pouco perto do contingente international, mas o que vem preocupando as autoridades de saúde é o aumento significativo da quantidade de casos.

O número de pessoas que contraíram a doença através do ato sexual desprotegido cresceu 29 vezes em sete anos no País, tendo passado de 2 casos por a hundred mil habitantes, em 2010, quando a infecção começou a ser notificada compulsoriamente, para 58,1 por 100 mil, em 2017. Alguns fatores explicam esse surto, segundo os especialistas. O principal é a falta de proteção contra infecções sexualmente transmissíveis.

Enfim, no começo do século 20, o causador de tanto estrago foi descoberto. Tratava-se da bactéria Treponema pallidum, transmitida em qualquer tipo de relação sexual, mas também em transfusões sanguíneas e de forma vertical, da mãe para o bebê, durante a gestação ou no momento do parto, conforme a fase da doença da gestante. A partir de então, surgiram formas terapêuticas mais efetivas, até a descoberta da penicilina, em 1943, que trouxe finalmente a cura para a enfermidade. Sífilis não ficou no passado Com esse histórico, é pure que muitas pessoas pensem que sífilis é coisa do passado. A doença nunca deixou de existir e, diferentemente de algumas enfermidades infectocontagiosas, uma pessoa contaminada pode ser curada da infecção e voltar a contraí-la ao praticar sexo sem proteção.

O número de casos aumentou também pela falta de informação sobre as formas de contágio, sintomas e prevenção. Muitos desconhecem estar infectados pelo Treponema pallidum por conta da variação dos sintomas nas diferentes fases da infecção, que se alternam com períodos de melhora. Por isso, é importante aprender a reconhecer os sintomas da sífilis e, diante de qualquer suspeita, procurar a orientação de um médico ou buscar uma Unidade Básica de Saúde para fazer os exames necessários, que são gratuitos na rede pública. Em 30 minutos, a pessoa realiza um teste rápido, que indica um resultado negativo ou positivo para sífilis.

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